100 milhões de pessoas liberam espaço no telefone com o aplicativo Files

Todos os meses, 100 milhões de pessoas em todo o mundo usam o aplicativo Files para liberar espaço e gerenciar o conteúdo em seus telefones. O Files foi criado para pessoas com pouco armazenamento de telefone, muitos dos quais vivem em lugares como Índia, Nigéria e Brasil, e muitas vezes ficam sem espaço. No entanto, nos últimos dois anos, vimos pessoas em todos os lugares usarem o Files. O aplicativo reduz o estresse de gerenciar arquivos no seu telefone e ajuda você a fazer as coisas mais rapidamente, seja para encontrar sua foto favorita, compartilhar arquivos sem usar dados ou remover arquivos antigos para que seu telefone pareça novo.

Globalmente, o Files libera 8 GB de espaço por segundo, o que equivale a 2.200 fotos!
As mensagens encaminhadas podem fazer com que arquivos e memes duplicados consumam rapidamente o armazenamento do telefone. Em todo o mundo, o Files ajuda as pessoas a excluir mais de 300 arquivos duplicados e 150 memes a cada segundo. O aplicativo é capaz de encontrar e sugerir rapidamente os arquivos para remoção usando a tecnologia de visão para dispositivos móveis do Google.

Aqui estão dois novos recursos que tornam o Files ainda mais útil:


  • Preserve a bateria e reduza o cansaço visual com uma nova opção de tema escuro.

Mude para o tema escuro para preservar a vida útil da bateria e reduzir o cansaço visual
Mude para o tema escuro para preservar a vida útil da bateria e reduzir o cansaço visual


  • Ouça músicas ou assista a vídeos off-line com novos controles, como pular, voltar ou avançar rapidamente.
Novos recursos do player de áudio proporcionam mais controle
Esses recursos estarão disponíveis para todos nos próximos dias. Obtenha o aplicativo em g.co/getfiles para liberar espaço e fazer com que seu telefone pareça novo.

Fonte: Google

Megacidade futurista de R$ 2 trilhões começa a ser construída


Em 2017, o príncipe saudita Mohammed bin Salman falou sobre seu sonho de construir uma megacidade futurista às margens do Mar Vermelho. O herdeiro começou a realizar esse desejo semana passada, quando “Neom” começou a receber os primeiros trabalhadores da construção civil.

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O projeto de US$ 500 bilhões (cerca de R$ 1,9 trilhão) pretende transformar um vilarejo pesqueiro em uma área repleta de resorts de luxo repleta de tecnologias avançadas. Além de robôs de dinossauros, táxis voadores, uma praia que brilha no escuro, uma lua artificial gigante, entre outros. 

Em entrevista para a agência Bloomberg, o príncipe disse que Neom deve ficar pronta até 2030 e que ela faz parte da transição para a “Arábia Saudita 2.0”, um plano para preparar a economia do reino para a escassez do petróleo no Oriente Médio.

Salman explica que o nome vem de “neo”, que significa novo, e o “m” foi incluído para representar a palavra “mustaqbal”, uma expressão árabe de "futuro". Segundo ele, a área terá 12 pequenas cidades próximas ao mar e outras nos vales e montanhas, além de uma zona industrial, um porto e vários aeroportos.

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Além do custo e do fato de muitos investidores estrangeiros considerarem o projeto uma vaidade, o príncipe precisa lidar com questões políticas complexas. Por isso, até que Mohammed bin Salman assuma o trono, a previsão é de incertezas em relação à transição.

Por enquanto, a empresa estatal desenvolvedora afirmou que o feedback dos líderes empresariais da Ásia, Europa e Estados Unidos sobre a Neom é muito positivo. “As empresas entendem que estamos construindo não apenas uma região, mas uma potência comercial, e elas querem fazer parte disso”, explicou a estatal.

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No entanto, as milhares de pessoas que atualmente vivem nos 26,5 mil quilômetros quadrados destinados ao projeto, estão interessadas no próprio futuro. A notícia de que eles farão parte de um megaprojeto global trouxe um misto de esperança de prosperidade econômica, com preocupação de reassentamento para que suas casas sirvam como local de moradias de luxo.  

Fonte: Bloomberg




Fonte: Olhar Digital

A Bruxa de Blair | Gameplay do jogo mostra interação com companheiro animal

Gamers são, por natureza, resilientes à maioria dos jogos de horror. Foi-se o tempo em que qualquer sustinho à toa nos abalava e são poucos os jogos atuais que nos causam aquela inquietação na cadeira.

A não ser quando tem um cachorro no meio. Por favor, não façam mal ao canino.

De acordo com um novo material divulgado do jogo A Bruxa de Blair, essa será uma das diversas provações que os jogadores terão de passar. Pelo enredo do título desenvolvido e produzido pelo estúdio Bloober Team, você assumirá o papel de um ex-policial que, junto de seu cão treinado para buscas e resgates, terá de adentrar à tenebrosa floresta para encontrar uma criança desaparecida.

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Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.
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Pelo vídeo, que você vê logo abaixo, a jogabilidade traz uma mecânica de interação mais aprofundada entre o personagem e o seu fiel escudeiro canino Bullet. O cão poderá ser utilizado para encontrar itens e farejar pistas durante a travessia do ex-policial Ellis e também trará respostas automáticas quando, em uma região, Ellis se ver observado ou atacado por monstruosidades que obviamente aparecerão, já que esse é um jogo de horror.

Há também uma mecânica secundária, mas igualmente importante: através de interações com Bullet, Ellis poderá reforçar seus laços afetivos com o cão, o que, em contrapartida, aprimora as capacidades do animal, trazendo novas habilidades e melhorando as já existentes. Isso é feito sempre que você se atentar a indicações e sugestões do cão, além de fazer carinho nele de tempos em tempos.

A Bruxa de Blair tem previsão de lançamento para 30 de agosto de 2019, exclusivamente para PC/Windows e Xbox One.

Leia a matéria no Canaltech.

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Fonte: CanalTech