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Megacidade futurista de R$ 2 trilhões começa a ser construída


Em 2017, o príncipe saudita Mohammed bin Salman falou sobre seu sonho de construir uma megacidade futurista às margens do Mar Vermelho. O herdeiro começou a realizar esse desejo semana passada, quando “Neom” começou a receber os primeiros trabalhadores da construção civil.

Reprodução

O projeto de US$ 500 bilhões (cerca de R$ 1,9 trilhão) pretende transformar um vilarejo pesqueiro em uma área repleta de resorts de luxo repleta de tecnologias avançadas. Além de robôs de dinossauros, táxis voadores, uma praia que brilha no escuro, uma lua artificial gigante, entre outros. 

Em entrevista para a agência Bloomberg, o príncipe disse que Neom deve ficar pronta até 2030 e que ela faz parte da transição para a “Arábia Saudita 2.0”, um plano para preparar a economia do reino para a escassez do petróleo no Oriente Médio.

Salman explica que o nome vem de “neo”, que significa novo, e o “m” foi incluído para representar a palavra “mustaqbal”, uma expressão árabe de "futuro". Segundo ele, a área terá 12 pequenas cidades próximas ao mar e outras nos vales e montanhas, além de uma zona industrial, um porto e vários aeroportos.

Reprodução

Além do custo e do fato de muitos investidores estrangeiros considerarem o projeto uma vaidade, o príncipe precisa lidar com questões políticas complexas. Por isso, até que Mohammed bin Salman assuma o trono, a previsão é de incertezas em relação à transição.

Por enquanto, a empresa estatal desenvolvedora afirmou que o feedback dos líderes empresariais da Ásia, Europa e Estados Unidos sobre a Neom é muito positivo. “As empresas entendem que estamos construindo não apenas uma região, mas uma potência comercial, e elas querem fazer parte disso”, explicou a estatal.

Reprodução

No entanto, as milhares de pessoas que atualmente vivem nos 26,5 mil quilômetros quadrados destinados ao projeto, estão interessadas no próprio futuro. A notícia de que eles farão parte de um megaprojeto global trouxe um misto de esperança de prosperidade econômica, com preocupação de reassentamento para que suas casas sirvam como local de moradias de luxo.  

Fonte: Bloomberg




Fonte: Olhar Digital

A Bruxa de Blair | Gameplay do jogo mostra interação com companheiro animal

Gamers são, por natureza, resilientes à maioria dos jogos de horror. Foi-se o tempo em que qualquer sustinho à toa nos abalava e são poucos os jogos atuais que nos causam aquela inquietação na cadeira.

A não ser quando tem um cachorro no meio. Por favor, não façam mal ao canino.

De acordo com um novo material divulgado do jogo A Bruxa de Blair, essa será uma das diversas provações que os jogadores terão de passar. Pelo enredo do título desenvolvido e produzido pelo estúdio Bloober Team, você assumirá o papel de um ex-policial que, junto de seu cão treinado para buscas e resgates, terá de adentrar à tenebrosa floresta para encontrar uma criança desaparecida.

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Pelo vídeo, que você vê logo abaixo, a jogabilidade traz uma mecânica de interação mais aprofundada entre o personagem e o seu fiel escudeiro canino Bullet. O cão poderá ser utilizado para encontrar itens e farejar pistas durante a travessia do ex-policial Ellis e também trará respostas automáticas quando, em uma região, Ellis se ver observado ou atacado por monstruosidades que obviamente aparecerão, já que esse é um jogo de horror.

Há também uma mecânica secundária, mas igualmente importante: através de interações com Bullet, Ellis poderá reforçar seus laços afetivos com o cão, o que, em contrapartida, aprimora as capacidades do animal, trazendo novas habilidades e melhorando as já existentes. Isso é feito sempre que você se atentar a indicações e sugestões do cão, além de fazer carinho nele de tempos em tempos.

A Bruxa de Blair tem previsão de lançamento para 30 de agosto de 2019, exclusivamente para PC/Windows e Xbox One.

Leia a matéria no Canaltech.

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Fonte: CanalTech

Entenda por que essa é a pior época do ano para comprar um celular novo


Já estamos na segunda metade do ano, e quem está procurando um novo smartphone já está começando a estudar o mercado para saber qual é a melhor opção. No entanto, se você não precisa de um novo smartphone com urgência, este é o momento de exercitar a paciência e guardar seu dinheirinho, porque este é um dos piores momentos do ano para se comprar um novo smartphone.

Esse período do ano, entre o final de julho e outubro, é recheado de lançamentos de peso. E ainda que para a maioria não valha a pena comprar um celular de última geração, porque os dispositivos são caríssimos perto do lançamento, o fato é que novos produtos também causam um impacto importante no mercado de aparelhos antigos.

No fim das contas, quem puder esperar um ou dois meses pode comprar o mesmo celular por um preço consideravelmente mais barato, ou então um dispositivo mais novo por um valor similar ao qual você pagaria por outro que rapidamente se tornaria obsoleto.

Novidades da Samsung

No dia 7 de agosto, a Samsung tem um grande evento marcado para o anúncio do Galaxy Note 10, sobre o qual já se sabe praticamente tudo, menos o preço de lançamento. Neste ano, devem ser duas versões: o Note 10 padrão e o Note 10 Plus.

Galaxy Note 10

  • Tela: 6,3 polegadas Infinity-O AMOLED
  • Processador e memória: Snapdragon 855+/Exynos9825 (dependendo da região) e 8GB de RAM
  • Armazenamento: 256GB
  • Câmera: 12MP + 16MP + 12MP
  • Bateria: 3600 mAh com carregamento de 45W

Galaxy Note 10 Plus

  • Tela: 6,8 polegadas Infinity-O AMOLED
  • Processador e memória: Snapdragon 855+/Exynos9825 (dependendo da região) e 8GB de RAM
  • Armazenamento: 256GB
  • Câmera: 12MP + 16MP + 12MP + sensor de profundidade
  • Bateria: 4300 mAh com carregamento de 45W

O Galaxy Note 10 deve ter um impacto imediato no preço do Galaxy Note 9 no Brasil, então aguardar a apresentação do 10 pode poupar um bom dinheiro se você está de olho em um smartphone da Samsung. Isso se aplica não só à família Note, mas também deve ter impacto no preço da linha S, também, como o Galaxy S10 e o S9, que são excelentes celulares até hoje.

Novo iPhone também está a caminho

Da mesma forma, em setembro temos apresentação de novos iPhones. A Apple tem um calendário rigorosíssimo, neste sentido: início de setembro é sinônimo de apresentação de iPhone.

Ainda que o preço do iPhone 11 (ou XI?) e suas variantes de 2019 possam ser proibitivos, eles terão impacto sobre o preço do iPhone XS, do XS Max e do XR, tornando-os mais acessíveis. Tradicionalmente, os aparelhos costumam chegar às lojas brasileiras entre o final de outubro e o início de novembro.

O iPhone 11 deve trazer o renovado processador A13, desenvolvido pela própria Apple, e deve trazer como grande diferencial em relação à geração passada uma configuração de câmera traseira com três lentes, que tem um impacto direto no design da traseira do dispositivo, que contará com um quadrado preto pouco discreto.

Outros aparelhos estão chegando

Nos próximos meses, poderemos ver novos lançamentos da Motorola, como o especulado Motorola One Action, que já está até mesmo homologado na Anatel, o que indica que sua apresentação e comercialização no Brasil é iminente.

O One Action terá bastante em comum com o One Vision, lançado no início do ano. O design será similar, com o furo na tela e display com proporção 21:9. As especificações divulgadas também se assemelham muito ao Moto One Vision: o aparelho possui um processador Samsung Exynos 9609, uma tela de 6,3 polegadas Full HD, memória RAM de 4GB, armazenamento de 128GB e NFC, e sai de fábrica rodando o Android 9 Pie. Segundo rumores o dispositivo terá uma bateria de 3.500mAh, câmera frontal de 12,6MP e uma configuração de câmera traseira tripla – o que o diferencia do One Vision, que possui apenas duas.

Durante a Eletrolar, os representantes da Xiaomi no Brasil também confirmaram que novos aparelhos estão chegando ao país. O Mi 9T ainda não tem preço ou data de lançamento, mas a empresa já deu entrada na solicitação de homologação, o que indica que sua chegada está próxima. O dispositivo, que em algumas regiões é chamdo de Redmi K20, conta com chipset Snapdragon 730, 6 GB de memória RAM,  três câmeras na traseira e uma lente popup para selfies, e bateria de 4.000 mAh.

Para quem está no pique da importação, também vale a pena esperar um pouco por outubro, quando o Google apresentará ao mundo o Pixel 4, que deverá abandonar o infame entalhe que fez muito mal ao visual do Pixel 3 XL no ano passado. O dispositivo também deve contar com um processador Snapdragon 855 e 6 GB de memória RAM, marcando o primeiro aumento de memória da linha desde sua apresentação em 2016. O aparelho também deve seguir a tendência de uma configuração de múltiplas câmeras na traseira pela primeira vez.

Não vale para todas as marcas

Neste momento, o mercado está recompensando a paciência, mas nem todas as marcas. A LG acaba de lançar o G8s ThinQ no Brasil, o que significa que o efeito cascata sobre os outros produtos mais antigos da empresa já começou. Portanto, se você está de olho em um celular da LG, o momento é agora.




Fonte: Olhar Digital

Google trabalha em nova plataforma para vagas de emprego, sugere patente

Parece que a Google está desenvolvendo uma plataforma de ofertas de empregos mais sofisticada. Uma patente registrada pela companhia sugere que o serviço, chamado de Clockwork, ofereceria recursos como “postar, distribuir e exibir oportunidades de emprego", voltados às empresas que desejam contratar novos funcionários.

Para os que procuram trabalho, a plataforma também traria a opção de enviar currículos, assinar alertas para vagas de emprego de seu interesse, pesquisar e se inscrever diretamente para as oportunidades disponíveis. Por fim, o Clockwork também poderia incluir gerenciamento de funcionários em nuvem e um software para agendamento de pessoal.

Os registros do Clockwork foram realizados pela Google em 2018, no Reino Unido e… em Tonga. Se você não sabe onde fica, é exatamente por isso que a companhia escolheu esse conjunto de ilhas no Pacífico para registrar algo que ninguém deveria saber que existe. Essa é uma tática usada por empresas muito grandes que tentam esconder seus projetos para o futuro e, ao mesmo tempo, proteger a marca que pretendem usar.

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A Gigante das Buscas já possui o Google Hire, seu próprio serviço de recrutamento de profissionais pela internet lançado em 2017 para bater de frente com o LinkedIn. Há também o Google Jobs, um tipo de agregador de vagas oferecidas por sites que listam ofertas de empregos. É possível que o Clockwork funcione como uma ferramenta em que as próprias empresas poderão gerenciar suas vagas, em vez de simplesmente agregar páginas de plataformas já existentes.

Mas nada garante que o serviço será de fato lançado. Registros de marcas e patentes podem indicar que a empresa está trabalhando em um novo produto, recurso, ou apenas em um conceito que talvez nunca veja a luz do dia. Só o tempo dirá se o Clockwork se tornará realidade.

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Fonte: CanalTech

Google anuncia vencedores da Science Fair 2018-2019

Como fazer streaming de games no YouTube

Conheça Valkyrie, o robô humanoide que ajudará o Homem a colonizar Marte

Robôs enviados até o momento para exploração espacial, como o Curiosity, o Opportunity e o Spirit, possuem uma estrutura de rodas para se locomover, e se assemelham a carros com uma série de câmeras e sensores. Mas a NASA está prestes a iniciar uma nova era de máquinas para a exploração de Marte com a Valkyrie (ou simplesmente R5), um robô humanoide extremamente articulado, desenvolvido para andar em solos irregulares, que poderá ser usado para ajudar a agência espacial norte-americana na ambição de colonizar o Planeta Vermelho.

Apresentado pela NASA no final de 2013, o robô humanoide semi-autônomo foi construído pelo Johnson Space Center (JSC) para participar do DARPA Robotics Challenge (DRC). Seu objetivo é ser um "herói" salvador em resgates perigosos, operarando em ambientes inóspitos como locais de desastres naturais ou acidentes. Com mais de 1,80cm de altura e 136 kg, ele é capaz de replicar a capacidade dos seres humanos de andar com bastante equilíbrio e movimentar braços, mãos e dedos com muita precisão.

Mas agora a Valkyrie (que é do gênero feminino) tem um novo destino, de acordo com a BBC: ajudar os seres humanos a colonizar Marte. Ela pode usar diversas ferramentas e mapear seu próprio caminho com segurança, além de explorar os terrenos marcianos rochosos graças à sua potência hidráulica.

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Confira a Valkyrie em ação no vídeo abaixo, divulgado pela NASA:

Dentro da placa transparente de infravermelho que faz o papel de “visor”, protegendo o sensor na cabeça do robô, está um sensor LIDAR que o ajuda a identificar objetos e obstáculos nos arredores. Além disso, Valkyrie tem cérebro duplo — dois computadores alimentados por processadores Intel iCore i7 controlam os diversos sensores espalhados pelo seu corpo. Também conta com uma bateria interna, capaz de manter tudo funcionando por cerca de uma hora.

Quanto às câmeras, há uma Multisense SL em sua cabeça, com laser e visão 3D, além de algumas câmeras extras que apontam para frente e para trás de seu torso. Em cada uma de suas mãos há 38 sensores para ajudar na precisão dos movimentos. Através desse complexo sistema, os operadores poderão ver tudo o que a Valkyrie está fazendo, já que ela é capaz de realizar todas as tarefas necessárias por conta própria enquanto os humanos apenas supervisionam. Caso exista algum perigo que o robô não tenha identificado, será possível fazê-lo parar a tempo.

A Valkyrie será bastante útil para replicar a capacidade dos humanos de andar em solo marciano e testar melhor as condições do ambiente, além de construir estruturas em Marte ou na Lua onde pessoas possam viver no futuro.

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Fonte: CanalTech

Baratas e peixes comeram poeira lunar em estranhos testes feitos pela NASA

Planeta Terra já está com déficit de recursos naturais em 2019

A Global Footprint Network, organização internacional fundada em 2003 que mede a pegada ecológica, divulgou um resultado bem preocupante nesta segunda (29). Isso porque ela diz que o planeta Terra alcançou o limite máximo de uso de recursos naturais que poderiam ser renovados sem prejuízos ao meio ambiente em 2019. 

Normalmente, com o tempo, a natureza é capaz de renovar os recursos naturais essenciais para a sobrevivência humana, tais como a água, minério, petróleo, entre outros. Todavia, com essa divulgação Global Footprint Network, acabamos entrando numa fase onde todos esses itens usados pela humanidade começarão a ficar cada vez mais escassos.

De acordo com Mathis Wackernagel, coinventor da pegada ecológica e fundador da Global Footprint Network, do modo atual, necessitamos de 1,75 Terra para continuarmos a sobreviver, de forma que, desde 1970, o nosso planeta azul começou a entrar em um déficit de recursos naturais, co a data-limite dele chegando de uma forma cada vez mais acelerada ano a ano.

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A pegada ecológica, usada como “métrica” pela organização internacional, serve para contabilizar a quantidade de recursos naturais que são consumidos por uma pessoa ou uma população. Conforme o Global Footprint Network, a alta pegada ecológica está “voltando em forma de desflorestação, erosão e perda de biodiversidade”, além de estar “levando a alterações climáticas e a secas, incêndios e furacões cada vez mais graves”.

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Fonte: CanalTech

Uber demite um terço de seu departamento de marking globalmente

De acordo com a CNN, a Uber está demitindo cerca de um terço de sua equipe global de marketing. Essa informação foi confirmada nesta segunda (29) pela própria Uber e foi dito que a reestruturação interna está, infelizmente, cortando cerca de 400 pessoas de um total de 1.200 dos profissionais de marketing da empresa.

De acordo com um e-mail enviado pelo CEO da Uber, Dara Khosrowshahi, a empresa não está realizando essas mudanças por acreditar que o marketing tornou-se menos importante para a Uber, mas sim por entender que há um objetivo mais “poderoso, unificado e dinâmico que nunca foi tão importante. A Uber também explica que "muitas de nossas equipes são muito grandes, o que cria trabalho sobreposto, torna os donos de decisões menos claros e pode levar a resultados medíocres".

Apesar dessa afirmação de Khosrowshahi, vale lembrar que, após a Uber se tornar uma empresa pública, lançando ações no mercado americano, o primeiro relatório de lucros da empresa revelou que ela perdeu US$ 1,01 bilhão nos primeiros três meses deste ano, de forma que a receita de seu principal negócio de viagens cresceu apenas 9% em relação ao ano anterior.

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Além disso, esse não é o primeiro corte que ocorre dentro do departamento de marketing da companhia. No início de junho, Khosrowshahi anunciou que dois altos executivos estavam deixando a empresa, incluindo a diretora de marketing Rebecca Messina. No caso, a Messina só estava no cargo há nove meses, mas o CEO disse que sua saída se deu em razão da decisão de combinar equipes de marketing, comunicação e políticas.

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Fonte: CanalTech

Brecha de segurança atinge 200 milhões de dispositivos conectados à internet

Pesquisadores da empresa de segurança Armis identificaram brechas que atingem 200 milhões de dispositivos conectados à internet. Alguns deles, inclusive, executam tarefas críticas, como é o caso de elevadores, equipamentos médicos e outros sistemas. Tais vulnerabilidades permitiriam que hackers tomassem o controle total desses aparelhos e de forma remota. 

Os especialistas identificaram 11 vulnerabilidades em diversas versões do VxWorks, um sistema operacional que funciona em tempo real, similar ao Unix, e produzido, vendido pela norte-americana Wind River Systems e que está presente em mais de dois bilhões de dispositivos mundo afora. O conjunto de falhas leva o nome de Urgent 11 e é formado por seis brechas remotas de nível crítico, além de outras cinco de nível moderado. No entanto, todas permitem vazamento de informações e ataques via DDoS (sigla para Ataque de Negação de Serviço, em português).

Importante dizer que nenhuma das vulnerabilidades citadas acima afeta a versão mais recente do VxWorks - que foi lançada na semana passada - ou qualquer uma das versões certificadas do sistema operacional, incluindo o VxWorks 653 ou o VxWorks Cert Edition. Ainda assim, o Urgent 11 pode atingir 200 milhões de dispositivos que não estão com a edição atualizada da plataforma em questão. 

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No caso dos aparelhos que estejam rodando a versão afetada pelas falhas, os riscos podem ser altos, segundo a Armis. Como boa parte das vulnerabilidades está localizada em uma rede conhecida como IPnet, elas geralmente podem ser exploradas com pacotes chamados de boobytrapped, que são enviados pela Internet. Dependendo do nível da brecha, esses exploits também podem invadir firewalls e outros tipos de defesas de rede. Nos cenários mais críticos, os ataques podem interconectar vários exploits simultaneamente e podem tomar o controle de vários dispositivos, mesmo à distância. 

A Wind River se pronuncia

Em um post publicado nesta segunda-feira (29), Arlen Baker, arquiteto-chefe de segurança da Wind River, escreveu:

"A rede IPnet é um componente de algumas versões do VxWorks, incluindo as chamadas 'versões de final de vida' (EOL) que rodam a [edição] 6.5. Especificamente, os dispositivos conectados que utilizam versões VxWorks mais antigas, e que incluem a IPnet, são afetados por uma ou mais das vulnerabilidades descobertas. A versão mais recente do VxWorks não é afetada pelas brechas do Urgent 11, e nenhum dos produtos críticos da Wind River têm brechas em sua certificação de segurança, como o VxWorks 653 e VxWorks Cert Edition, usados ​​em infraestruturas críticas."

Baker afirmou que os pesquisadores do Wind River acreditam que o número de aparelhos afetados é menor do que a estimativa de 200 milhões fornecida pela Armis. Os dispositivos atingidos, segundo ele, são, principalmente, gadgets não críticos, como modems, roteadores e impressoras, bem como alguns dispositivos industriais e médicos, que residem no perímetro das redes das organizações e que não estão expostos à Internet.

A Wind River emitiu patches de correção em junho último e está notificando os clientes afetados pela ameaça. No entanto, o maior obstáculo para muitas dessas empresas é localizar os dispositivos em suas redes e colocá-los no modo offline para que possam ser atualizados. Isso porque, em boa parte dos casos, as organizações precisam que esses aparelhos sejam executados continuamente.

O desafio mais imediato para as organizações que usam equipamentos afetados, ou potencialmente afetados, será avaliar o risco que enfrentam. Os pesquisadores da Armis estão apresentando o Urgent 11 como uma ameaça séria e iminente, cujo potencial é comparável às vulnerabilidades do Windows, que permitiram, em 2016, que o worm WannaCry atacasse diversas empresas e instituições públicas e de saúde ao redor do mundo, sequestrando dados das mesmas e exigindo o pagamento de resgate - na forma de Bitcoins - para liberá-los. 

No entanto, a ameaça pode também ser muito menor do que a avaliação da Armis. Além do mais, é possível mitigar os riscos através de outros meios, além dos patches de correção. As empresas podem, por exemplo, criar listas de controle de acesso, que restringem os dispositivos que podem se conectar a um aparelho vulnerável. 

Outra saída é remover completamente um dispositivo vulnerável da Internet externa. De qualquer forma, as pessoas dentro de qualquer organização que usam aparelhos que executam versões antigas do VxWorks devem olhar com atenção os riscos que Urgent 11 pode gerar, para que possam entender o que isso representa.

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Fonte: CanalTech

França quer criar comando de defesa espacial com lasers e metralhadoras

Até algumas décadas atrás, o maior temor dos países, em caso de guerra, era o ataque aéreo. Todavia, o tempo foi se passando e agora, em 2019, parece que essa história já ficou no passado. Isso porque a França afirmou no último sábado (27) que está se preparando para criar um comando espacial por satélites que pode contar com lasers superpotentes e até mesmo metralhadoras.

O presidente Emmanuel Macron disse que esse comando espacial será criado em setembro, dentro da força aérea, para garantir o desenvolvimento e reforço das capacidades espaciais do país. De acordo com a Reuters, o programa de gastos militares franceses para 2019-2025 já destinou 3,6 bilhões de euros (aproximadamente R$ 15 bi em conversão direta) para investimentos e renovação de satélites franceses.

Florence Parly, a ministra da Defesa da França, explica que esses equipamentos seriam utilizados apenas para fins defensivos — e não ofensivos. Conforme a informação do Gizmodo, a ideia inicial, pelo visto, é de que a primeira geração desses equipamentos esteja munida com câmeras que permitam monitorar possíveis ameaças, mas com a possibilidade de se juntar armas e com potencial de serem lançados em grande número, a curto prazo, de forma que possam estar em órbita até 2030.

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Uma das grandes motivações para esse tipo de planejamento parece estar atrelada às recentes ações do presidente dos EUA, Donald Trump, que anunciou que criaria uma força espacial que estará pronta até 2020. Assim, é interessante — e, de certo ponto, assustador — ver como diversas nações estão evoluindo o seu arsenal e poderio militar, dando a entender que, muito embora possa parecer uma história de ficção científica, estamos rumando a uma corrida armamentista espacial.

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Fonte: CanalTech

A verdadeira Guerra nas Estrelas


A história começou em setembro de 2018, quando a França acusou a Rússia de uma possível tentativa de espionagem. Segundo os franceses, um satélite russo chegou perto de mais de um de seus próprios satélites – o que levou autoridades em Paris a cogitar a hipótese de espionagem.

As consequências desse incidente começam a ficar mais claras agora, quando o governo francês anuncia a intenção de criar frotas de satélites equipados com armas, como, por exemplo canhões laser. Esses novos satélites seriam de pequeno porte e serviriam como um tipo de escolta de satélites maiores, impedindo a aproximação de outros satélites considerados hostis.

O surgimento dessas tensões espaciais faz lembrar a década de 1980, quando o então governo de Ronald Reagan, nos Estados Unidos, anunciou a criação de um sistema de satélites para proteger o território americano de possíveis ataques soviéticos. Naquele momento, como agora, muitos temem o surgimento de uma Guerra nas Estrelas – de verdade.




Fonte: Olhar Digital

Eletrolar: confira destaques da feira


A Eletrolar, maior evento de eletroeletrônicos, eletrodomésticos e tecnologia móvel da América Latina, começou hoje em São Paulo. O grande destaque da feira são, sem dúvida, as soluções para automação residencial. Há opções de todos os tipos e para todos os bolsos. Diferentes marcas mostram suas novidades, o que inclui desde kits para automação de aspectos de segurança, como sensores de presença e lâmpadas inteligentes, até televisores que funcionam como o central de controle da casa e eletrodomésticos que podem ser comandados a distância pelo celular.

Mas não é só isso. Entre as 700 marcas presentes no evento com mais de 10 mil produtos em exibição, tem muita curiosidade que vai além de eletrodomésticos na Eletrolar. O Olhar Digital deu uma volta por lá e selecionou os itens mais curiosos para mostrar para vocês.

O primeiro exemplo é este fone de ouvido que não vai no ouvido. O dispositivo que usa os ossos para propagar o som custa 600 reais. Isso é uma vantagem para quem precisa estar atento aos sons ambientes, como ciclistas ou quem usa patinete elétrico.

Para quem vive trincando ou quebrando a tela do celular, olha só esta nova película; a Extreme Shock Eliminator. Para demonstrar a resistência do produto, um iPhone com a película instalada é usado como martelo.

As películas custam a partir de R$ 100; e, pelo jeito, vale a pena, né?!

Para quem quer noites de sono mais tranquilas, olha só está máscara anti-ronco! Com ela, sempre que o indivíduo ronca, um pulso é enviado ao cérebro. Imediatamente, as vias respiratórias se abrem para que ele respire melhor e pare de roncar. Custa 800 reais.

Para os dias de inverno e baixa umidade relativa do ar, uma boa opção é o umidificador portátil USB Fresh. Olha só que bacana. O dispositivo pode ser usado dentro de um copo para garantir a umidificação de uma área de até 15 metros quadrados! Custa 60 reais!

E enquanto a estação não passa, ainda para o inverno, encontramos este aquecedor para pequenos ambientes. Controlado por um aplicativo no smartphone, pode ser ligado ou desligado a distância. Dá para ligá-lo ao sair do trabalho e ter a casa quentinha quando chegar. A temperatura máxima que o dispositivo atinge é 30 graus. Além disso, o aparelho pode ser usado como secadora de roupas: colocado dentro de uma capa especial equipada com um varal, permite secar as peças de forma mais rápida.

 




Fonte: Olhar Digital

Ônibus autônomos em teste em Brasília


O Governo do Distrito Federal lançou um plano para tornar a capital federal a primeira cidade inteligente da América Latina. O primeiro passo para o futuro será na mobilidade urbana, com a chegada de um ônibus autônomo para transportar pessoas pela Esplanada dos Ministérios. O projeto é uma parceria entre o governo e uma empresa do Vale do Silício, nos Estados Unidos. O plano faz parte da tendência mundial de expandir a internet das coisas, tecnologia de conexão e interação de objetos do cotidiano entre si e com os usuários, através de sensores inteligentes e softwares de transmissão de dados.

Com o ônibus autônomo, Brasília será uma verdadeira oficina de testes a céu aberto de como a tecnologia inteligente pode melhorar a mobilidade urbana. Além dos ônibus, está previsto 16 carros do modelo Twizy, da marca Renault, para uso por servidores distritais. As negociações em torno do ônibus autônomo e dos carros elétricos estão em andamento e os contratos com as companhias deve ser fechado nos próximos 60 dias. A previsão é que o veículo autônomo comece a circular em Brasília ainda neste segundo semestre.




Fonte: Olhar Digital

Sonda japonesa consegue mais uma proeza no espaço


No dia 10 de julho, a sonda japonesa Hayabusa2 pousou com sucesso pela segunda vez no asteroide chamado Ryugu, de 870 metros de largura, que está a 300 milhões de quilômetros da Terra. Na última sexta-feira, a Agência de Exploração Aeroespacial do Japão, a JAXA, divulgou o primeiro vídeo que mostra com clareza o pouso da sonda no asteroide. O vídeo foi acelerado dez vezes em relação à velocidade real e mostra o momento em que a Hayabusa2 se aproxima do asteroide, dispara um projétil contra a superfície, coleta o material e depois se afasta do corpo celeste. O projétil foi disparado a mais de mil quilômetros por hora contra uma cratera artificial cercada por material subterrâneo. O objetivo da missão é coletar amostras subterrâneas do asteroide que podem ajudar cientistas a compreender a origem e formação do Sistema Solar. A sonda deve retornar a Terra em dezembro de 2020.


Fonte: Olhar Digital

WhatsApp testa sistema de pagamentos


O WhatsApp pode ganhar suporte a um sistema de pagamentos próprios. O novo recurso está sendo testado por algumas pessoas na Índia. A nova ferramenta, neste período de testes, será exclusiva do país, e, se tudo sair como o planejado, deve chegar à outras partes do mundo em 2020. O recurso funcionará de forma semelhante ao Apple Cash, criado para enviar dinheiro pelo iMessage.

Nos últimos meses, o WhatsApp vem aprimorando a experiencia de seus usuários. No final do ano passado, o aplicativo recebeu diversas atualizações como chamadas de voz e vídeo em grupo, além do suporte aos populares adesivos.




Fonte: Olhar Digital

YouTube e Netflix nos painéis dos carros da Tesla


Tesla permitirá muito em breve que os proprietários de seus veículos assistam vídeos do Netflix e do YouTube diretamente nas telas multimídia dos carros. Além dos vídeos será possível que os pilotos joguem nos monitores títulos como Fallout Shelter, dos estúdios da Bethesda, Cuphead e alguns jogos clássicos do Atari, como Tempest, Pole Position e Missile Command. Os streamings de vídeos e os jogos só estarão disponíveis enquanto o carro estiver estacionado, para garantir a segurança de seus ocupantes.

Elon Musk, fundador da Tesla, afirma que assim que a autonomia total for aprovada pelos órgãos reguladores de cada país, assistir a vídeos enquanto nos locomovemos pelas grandes metrópoles será uma atividade cotidiana. A nova atualização deve chegar em agosto a todos os veículos da montadora.




Fonte: Olhar Digital

Nasa apresenta robô para colonizar Marte


Já faz algum tempo que a Nasa mantém um programa próprio de desenvolvimento de robôs. A meta é criar ferramentas capazes de ajudar os humanos em suas tarefas no espaço. Hoje, um desses robôs foi mostrado ao público.

O Valkyrie tem forma humanoide, 1 metro e oitenta de altura e peso de 136 quilos. O robô é controlado por dois computadores, equipados com processadores Core i7, da Intel, que dão conta de gerenciar várias câmeras e um radar do tipo Lidar – o mesmo usado nos carros autônomos para identificar obstáculos.Valkyrie conta ainda com 38 senosres em cada uma das mãos, o que lhe garante boa precisão e facilidade nos movimentos.

O plano da Nasa é usar Valkyrie para ajudar a construir futuras bases em Marte, como parte do processo de colonização do Planeta Vermelho. A agência já anunciou que 2020 será um ano decisivo nessa jornada. A expectativa é que uma missão não tripulada seja enviada a Marte no ano que vem. É bastante provável que o Valkyrie esteja a bordo.




Fonte: Olhar Digital

Site do FCC acaba revelando visual do novo Galaxy Watch Active 2